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A apenas uma semana de sua chegada ao Brasil, os músicos do Final Selection concederam ao Grupo Bella Noite uma breve entrevista, por email, antecipando o que podemos esperar de seu primeiro show na América do Sul.

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Grupo Bella Noite: Quais são suas expectativas para este show em SP?
Riccardo:Estamos muito felizes de ter a chance de tocar pela primeira vez na América do Sul e estamos muito muito curiosos. Esperamos que as pessoas venham e tenhamos uma noite inesquecível.
GBN: Faz um ano que Clockwork foi lançado, há algum novo projeto por vir?
Riccardo:Nada em especial no momento. No ano passado planejamos shows na Alemanha. Em abril, Mario se tornou pai de um menino e em setembro eu também virei pai. Então não tivemos muito tempo para a música, mas no ano que vem vamos retomar.
GBN: O Brasil não é muito conhecido como parte da cena underground, vocês já ouviram algum artista brasileiro?
Riccardo:Para ser sincero só ouvi samples do Dawnfine no MySpace, claro.
GBN: Na Side-Line tem um review do Final Selection dizendo que vocês não conseguiram muito reconhecimento na época (2005 - lançamento do álbum "Meridian"). Considerando que você começaram em 1993, como está hoje o reconhecimento pelo público?
Riccardo:Não sei dizer, é dífícil estimar. Os shows dos últimos anos foram muito bons, a venda de discos nem tanto. Mas acho que é mais difícil na Alemanha e no mundo hoje do que em 2005 ou 1993, são muitos lançamentos que acontecem todo mês.
GBN: Como vocês classificam seu estilo de som?
Riccardo:É música pop eletrônica, ou synthpop, se quiser. Mas é darkwave também.
GBN: Pode nos adiantar alguma coisa do que estão trazendo para o show em SP?
Riccardo:Desde o ano passado estamos tocando ao vivo com um baterista, mas não sabemos se ele vai tocar aí. Acho que vamos ter que decidir no dia do show. Então estamos preparando um set bem "de volta as raízes". Não importa se vai ter ou não o baterista, vamos tocar coisas de todos os nossos álbuns, promessa.